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Fuleco foi inspiração para a criação do Lobo Zabivaka mascote da Copa

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Em toda Copa do Mundo, existe um símbolo que faz parte e marca presença desde a abertura até o encerramento da copa, inclusive durante os jogos. Este símbolo é o mascote oficial.

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Na Copa do Mundo 2018 na Rússia, o mascote é o Lobo Zabivaka, uma criação da estudante Ekaterina Bocharova, que citou recentemente em entrevista que uma das inspirações para a criação do mascote, foi o mascote da Copa no Brasil (2014) o tatu bola Fuleco.

Bocharova é uma estudante da Sibéria, que se diz pouco envolvida com futebol, mas que tem uma forte ligação com a arte. Um de seus sonhos para a vida é poder se tornar criadora de desenhos animados.

Atualmente Ekaterina Bocharova está com 22 anos e é estudante na Sibéria. A criação do lobo símbolo da Copa, se tornou realidade a partir do dia 21 de outubro de 2016, quando a FIFA finalmente anunciou que sua criação estava entre os três finalistas que iriam para a votação popular.

Após alguns dias de votação, o mascote criado pela estudante acabou caindo na graça dos populares e se tornou oficialmente o símbolo da Copa na Rússia. O desenho concorreu com um gato e um tigre na final, mas levou 52% do total de votos, atingindo mais de um milhão.

O anúncio oficial foi feito em um programa de TV Russo, com a presença do brasileiro Ronaldo.

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Em um post no Twitter, ela disse que jamais imaginaria que isso iria acontecer com ela tão cedo.

Inspirações para a criação do Lobo Zabivaka

Ekaterina informou que as principais inspirações para a criação do seu mascote foram o tatu bola Fulecoda Copa do Mundo no Brasil em 2014 e também o leopardo Zakumi, da Copa do Mundo na África do Sul em 2010.

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@ekaterina_moon (Instagram)

Ela ainda citou que outra inspiração pessoal foi o seu cão chamado Tyson, sendo a base do lobo da copa. Tyson é um terrier que foi inspiração para as orelhas do mascote russo.

Prêmio da FIFA com a criação do mascote Lobo Zabivaka

Apesar de parecer um concurso de grandes magnitudes, o prêmio oficial da FIFA é considerado simbólico. A estudante vencedora precisou ceder os direitos autorais do mascote para a FIFA, por um valor de US$ 500, aproximadamente R$ 1800.

Porém apesar do prêmio ser pequeno, Ekaterina teve o seu nome conhecido no mundo e também obteve diversos patrocínios para viajar até Londres, Sochi e Moscou, onde marcou presença na participação de diversos eventos relacionados a Copa do Mundo. Ela também ganhou ingressos para o jogo de abertura da Copa das Confederações de 2017.

Outra vantagem de ser vencedora do mascote da Copa lhe trouxe, foi o patrocínio para se mudar até Moscou e se matricular em um curso de computação gráfica, algo que sempre foi o seu sonho. Antes ela havia estudado desenho gráfico na Universidade Estadual de Tomsk na Sibéria, que fica a 3,5 mil quilômetros da capital Moscou.

Estímulo dos pais e professores

Ekaterina Bocharova é filha de pais que trabalham em uma indústria petrolífera no oeste da Sibéria, na cidade de Kedrovy. A cidade é uma das menores do país e é local de nascimento da estudante.

Ela conta que recebeu um grande incentivo de seus pais para participar do concurso, dado o veio artístico da menina. Na faculdade a mesma coisa, seus professores a incentivaram fazer parte do concurso e também a buscar inspirações.