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Agustina volta atrás e acaba aceitando o casamento de Samuca e Maroca – O Tempo Não Para

Ação de Samuca deixa Maroca sentimental e emocionada

Maroca fica comovida com Samuca quando ele traz Paulina de volta para trabalhar na sua empresa, a Samvita. A neta de Eliseu  foi mandada embora após, sem qualquer intenção, derrubar vinho nas vestes do filho de Carmen .

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“Me desculpe. Mais uma vez. Eu julguei mal a sua pessoa”, se lamenta Marocas. “Tudo bem… Tudo aqui é tão novo pra você. Você só tem que se acostumar à sua nova vida”, rebate o jovem, obtendo um abraço da jovem vinda do século XIX e secando suas lágrimas.

“Como pode ser tão nobre?”, pergunta a filha mais velha de dom Sabino. É nesse momento no qual Samuca rouba novamente um beijo da moça, que se irrita profundamente com ele.

“O senhor é mesmo um mandrião! Um aproveitador! Cortejar uma donzela, sendo noivo de outra! Por quem me toma?! Por uma qualquer?! Uma leviana?! Não ouse se aproximar de mim!”, esbraveja.

Maroca conta que Samuca lhe roubou um beijo

Os dois são interrompidos quando a mãe de Samuca chega e pergunta: “O que que tá havendo aqui?!”. “A senhora chegou em boa hora, dona Carmen! A tempo de ensinar boas maneiras ao seu filho!”, desabafa Maroca .

“O que foi que ele fez agora, Marocas?”, questiona Carmen. “Nada!”, reclama Samuca. “Ele teve a ousadia de me roubar um beijo! Sim! O seu filho me toma por uma moça garrida, uma namoradeira”, lamuria Marocas.

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Após ter a mão de sua filha primogênita pedida por Samuca, Sabino fala sobre os objetivos do rapaz para a jovem e até faz questão de ressaltar as qualidades. “Um homem íntegro, honesto, diligente”.

“Apesar de ser um tanto irreverente… Mas isso é efeito desta época!”, reflete. Ao tomar conhecimento de quem é o pretendente da moça do século XIX, Agustina mostra a sua contrariedade. “Não casa! Minha filha não se casará com um bastardo!Um filho de mãe solteira!”, afirma.

Somente depois de conversar com o padre Luís, a mãe da moça concede o perdão para Carmen ser mãe solo e vai atrás dela na Samvita.

“Que surpresa a senhora no meu escritório”, enuncia a empresária. “A conselho do padre da minha paróquia do Ó, estou aqui para falar das bodas de minha filha”, responde a esposa de Sabino.

Agustina ofende Carmen, acusando-a de pecadora

Logo depois,ela elabora a sua lista de exigências. “Tenho uma série de condições, para que o casamento se faça dentro do costume, e dos preceitos da religião. Para começar, os noivos não devem se ver até a data de casamento”, anuncia.

Carmen, a mãe de Samuca, que terá tomado um tapa de Marocas ao tentar roubar outro beijo dela, fica chocada, mas concorda com aquilo que Agustina impõe.

Ainda em diálogo com a futura sogra de sua bela filha, a mãe de Marocas explica que escutou o padre. “O pároco orientou-me a escutar a senhora… dar uma segunda chance à sua pessoa… apesar dos seus pecados”, solta.

“Pecados?!”, pergunta espantada Carmen. Não leva muito tempo para todos se encontrarem e a empresária falar sobre a exigência da mãe de família do século XIX.

“Dona Agustina e eu já acertamos tudo. Samuca… Marocas… nós damos a nossa benção. Mas vocês só podem se ver com a supervisão adequada! De uma pessoa de reputação ilibada! Não é isso, dona Agustina?”, explana a mãe de Samuca, que vai acabar pegando Emílio no flagra, tentando beijar Marocas.