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Médicas que prestaram depoimento à polícia e atenderam Henry disseram que ele chegou morto e com lesões externas

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Doze testemunhas já foram ouvidas sobre o caso do menino Henry Borel. Ele morreu aos 4 anos de idade, enquanto estava no apartamento de sua mãe, Monique Medeiros. As autoridades querem entender como aconteceu a sua morte.

Um laudo foi realizado pelo IML (Instituto Médico Legal) e apontou diversas fraturas em seu corpo.

As três médicas especializadas em pediatria garantiram que o menino já chegou ao hospital sem os seus sinais vitais e com todos os ferimentos externos visíveis.

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As lesões que foram apontadas no IML não são compatíveis com uma queda, como dito anteriormente pela mãe, Monique. Ela acreditava que o filho tivesse caído da cama.

A mãe disse que escutou um barulho de madrugada no quarto de Henry e ao ir para o local, já encontrou a criança gelada e com os olhos revirados. Ela ainda disse que estava em outro quarto, assistindo séries com o namorado, o vereador e médico, Jairinho, quando tudo aconteceu.

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Jairinho confirmou tudo o que Monique disse em seu depoimento e afirmou que estava dormindo sob forte medicação que já costuma a ingerir há cerca de 10 anos. Ele ainda comentou que não socorreu o enteado, pois a última vez que realizou uma massagem cardíaca foi nos períodos da faculdade e em um boneco de plástico.

Muitos, inclusive o pai da criança, pedem para que haja justiça no caso e para que sua morte seja esclarecida.

Via: ultimosegundo.ig.com.br

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