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Mãe e filha constroem casa com mais de 4 mil garrafas de vidro coletadas do lixo; as duas eram ameaçadas de despejo

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A história de Edna não se tornou impressionante apenas nos últimos meses, mas se trata de uma trajetória de vida que realmente impressiona. Ainda aos 12 anos, em Curitiba, ela abandonou os estudos para começar a trabalhar em casas de família.

De família humilde, sentiu na pele muito da desigualdade que o Brasil ainda sofre. Teve dois filhos e criou os dois sozinha. Aos 32 anos, decidiu que era hora de retomar os estudos e não parou mais, se graduando na faculdade de Gestão Pública.

Já come 50, decidiu que era hora de sair de casa e começar uma história nova. Com a filha, Maria Gabrielly, deixou o Paraná e foi com direção a Pernambuco, onde se instalou em Itamaracá. Sem conseguir emprego, logo o sonho começou a se tornar uma preocupação.

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Juntas, sem tanto dinheiro, encontraram uma matéria-prima incomum para construir a casa própria: garrafas de vidro. Coletando garrafas descartadas, elas juntaram mais de 4 mil garrafas, que logo se transformaram na fundação da casa própria.

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Sem experiência como pedreiras, as duas trabalharam com base em erro e acerto, tentativa e encontraram uma fórmula que deu certo. A casa é a síntese de algo que Maria Gabrielly explica muito bem.

“Terminar a nossa casa é mostrar que nós duas, duas mulheres negras, fortes, construíram a primeira casa de garrafas de vidro do estado de Pernambuco”, afirma. A jovem conseguiu bolsa e se formou também no ensino superior.

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