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Lesões do menino Henry teriam acontecido entre 12 a 48 horas antes do exame

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A polícia ainda investiga a morte do menino Henry Borel, que morreu de forma supostamente repentina na casa da mãe. Monique Medeiros afirma acreditar que o menino possa ter caído da cama, enquanto estava sozinho no quarto.

Logo após a morte do menino, o corpo foi submetido a necropsia que revelou uma série de lesões no corpo da criança. Após pedido da polícia, os peritos determinaram que as lesões no corpo de Henry teriam sido feitas entre 12 a 48 horas antes do exame.

Com essa informação, os investigadores conseguem limitar uma janela de interesse para dar continuidade as investigações. Monique afirmou, em depoimento, que o menino não se queixava de dor e nem apresentava contusões ou hematomas quando foi deixado pelo pai.

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A mãe afirma que deu banho em Henry e, no momento em que tudo aconteceu, o menino estaria sozinho no quarto enquanto ela e o namorado, o vereador do Rio doutor Jairinho, estavam em outro cômodo, onde pegaram no sono assistindo TV.

Os legistas afirmam que algumas das lesões do menino podem ter sido geradas pelo processo de tentativa de reanimação. Os peritos responsáveis pelo exame, que analisou o corpo de Henry, também ressaltam não ter encontrado sinais de maus-tratos.

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No entanto, o laudo aponta que a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática por “ação contundente”, que geralmente na literatura técnica, aponta agressão.

A polícia agora analisa imagens das câmeras de segurança e continua as investigações.

 

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