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Fiocruz detecta novas mutações nas variantes brasileiras da covid-19 e alerta sobre urgência das vacinas

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Desde que o mundo é mundo, vírus existem. Desde que a ciência estuda os vírus, sabe-se que se trata de micro-organismos que sofrem mutações naturalmente. Qual é o grande problema do novo coronavírus? Ele infecta gente demais, em pouco tempo e isso acelera o seu processo de mutação.

Na prática, isso se torna um desafio ainda maior porque existe o risco real de que as vacinas se tornem obsoletas. O mundo vacina em um ritmo lento, o Brasil vacina em um ritmo mais lento ainda, e isso revela um risco de que a pandemia perdure por anos.

Pesquisadores brasileiros já confirmaram a existência de novas variantes, que surgiram dentro do território nacional. Existem hoje, em circulação comprovada, quatro variantes brasileiras, isto é, quatro versões do vírus que foram desenvolvidas em território nacional.

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Uma das mais preocupantes é a chamada P.1, que surgiu no Amazonas, e além de ser mais transmissível, é também mais suscetível a driblar os anticorpos. E o risco por trás disso é explicado pela virologista Paola Cristina Resende:

“O novo coronavírus está continuamente se adaptando e, com isso, propiciando o surgimento de novas variantes de preocupação e de interesse com alterações na proteína Spike”, afirma.

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O novo estudo foi feito com base em coletas feitas no Amazonas, Bahia, Maranhão, Paraná, Rondônia, Minas Gerais e Alagoas. A vacina em massa, revela o estudo, é urgente para que a pandemia seja controlada e as vacinas não se tornem obsoletas.