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Empresários e políticos brasileiros se vacinam contra a COVID-19 às escondidas; eles pagaram 600 reais pelas duas doses

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Uma atitude revoltante foi divulgada através de diversos canais de comunicação. Nesta terça-feira, dia 23 de março, foi anunciado que um grupo de empresários e políticos tomou a vacina contra a COVID-19 de maneira ilegal após terem pagado 600 reais para tomar as duas doses. A maioria está ligada ao setor de transporte de Minas Gerais.

Além dos próprios políticos e empresários, os seus familiares também receberam a imunização de maneira indevida. As doses das vacinas eram da Pfizer.

De acordo com testemunhas que foram ouvidas, os irmãos Rômulo e Robson Lessa, filiados a viação Saritur, foram os responsáveis por organizar todo o procedimento. Uma garagem da empresa do grupo foi improvisada para se tornar posto de vacinação.

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O ex-senador, Clésio Andrade, de 69 anos de idade e ex-presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), falou publicamente sobre a distribuição da vacina realizada nesta garagem. Ele alegou que nem precisava tomar no local, visto que sua dose estava prevista, de acordo com os protocolos de saúde regularizados do Brasil. Porém, afirmou que foi convidado e compareceu. Além disso, ressaltou que não pagou nada pela dose.

As autoridades brasileiras aceitaram que iniciativas privadas comprassem doses dos imunizantes. Porém, até que os grupos de riscos sejam completamente imunizado, todas as doses devem ser doadas para o SUS (Sistema Único de Saúde).

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A atitude dos empresários e políticos ocorre no pior momento da pandemia no Brasil.