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Caso Henry: testemunha dá depoimento sobre o caso e pode mudar o rumo da investigação; suposta agressão pode complicar Jairinho

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O caso da morte do menino Henry Borel está repercutindo no Brasil inteiro. As autoridades continuam a investigar toda a situação. Henry morreu enquanto estava no apartamento de sua mãe, Monique Medeiros. No mesmo ambiente, seu padrasto, o vereador conhecido como Dr. Jairinho, também estava presente. A polícia quer saber o que levou a morte do menino. Os laudos do IML (Instituto Médico Legal) apontam que a criança sofreu com diversas violências, incluindo lesões em seus rins e em sua cabeça.

E o delegado Henrique Damasceno, ouviu uma testemunha que preferiu não se identificar, alegando ter informações importantes sobre Dr. Jairinho. A testemunha forneceu detalhes sobre supostas agressões que o menino sofria. Isso não teria sido denunciado antes por medo de retaliações, devido ao cargo que o médico ocupa.

Henrique está buscando esclarecer divergências no caso. Na delegacia, o casal não mencionou ouvir um barulho no quarto de Henry, enquanto no hospital alegaram que isso chamou atenção e quando foram até o local, encontraram a criança com os olhos revirados e já gelada.

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Os depoimentos das testemunhas são cruciais para o andamento do caso. Serão ouvidos vizinhos do condomínio que a família morava, os quatro pediatras que atenderam Henry ao chegar na unidade de saúde e a psicóloga que atendia Henry, desde que os seus pais haviam passado pelo o processo de separação.

Muitos pedem por justiça e pelo o esclarecimento da morte da criança.

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