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Caso Henry: polícia encontra mensagens apagadas nos telefones da mãe e do padrasto do menino

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A polícia civil agora tenta recuperar mensagens apagadas dos telefones de Monique Medeiros e dr. Jairinho, namorado dela e padrasto do menino Henry. Os dois foram as últimas pessoas a interagirem com o menino Henry ainda em vida.

A polícia apreendeu os telefones na semana passada, depois da Justiça determinar a quebra de sigilo. A primeiras análise dos peritos apontam que ambos, Jairinho e Monique, tem conversas apagadas.

Agora os investigadores tentam descobrir qual o conteúdo dessas mensagens, se tem relação com a morte do menino. A polícia tem acesso a aplicativos que consegue restaurar mensagens, mesmo quando apagadas.

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Ao todo, a polícia apreendeu 16 aparelhos telefônicos, sendo de Leniel Borel e Monique Medeiros, pais de Henry, e também de Jairinho, padrasto do menino e vereador do Rio de Janeiro.

O advogado do casal, André França Barreto, afirmou desconhecer se haviam mesmo mensagens apagadas, mas minimizou o caso.

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Se apagaram ou não, não tenho essa informação. (…) Desconheço essa informação. E também não estranharia se apagasse porque é comum apagarem dos celulares, eu apago dos meus“, afirmou.

Monique e Jairinho eram os únicos em casa quando o menino Henry colapsou, ainda por motivos desconhecidos. O casal correu para o hospital com a criança e alega que Henry, de 4 anos, sofreu um acidente doméstico e que eles, o casal, estavam dormindo,

Para a polícia, no entanto, esta teoria é vista como pouco provável já que as lesões não condizem com a suposta queda da cama.

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