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Caso Henry: faxineira desmente mãe do menino e pode complicar situação do casal

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A polícia escutou ontem (24) o depoimento de Rosângela, como foi identificada a faxineira do casal Monique e Jairo. A polícia tenta entender as horas que envolvem a morte do menino Henry, filho de Monique.

O menino morreu na madrugada de segunda-feira (08), no apartamento onde morava com a mãe e o padrasto. Para os investigadores, o depoimento de Rosângela era crucial para entender o que aconteceu na casa nas primeiras horas da manhã daquela segunda-feira.

Antes, em depoimento, Monique havia afirmado que não contou para a faxineira sobre a morte do filho. O depoimento já havia entrado em contradição quando o vereador dr. Jairo prestou o seu depoimento, afirmando ter ouvido de Monique que a faxineira já havia sido avisada.

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Agora, foi a vez da própria Rosângela apresentar sua versão dos fatos. A faxineira afirmou à polícia que trabalhou naquele dia sabendo do que havia acontecido. A casa já havia sido arrumada e limpa quando os peritos chegaram.

O depoimento confirma que Monique entrou em contradição durante o seu próprio relato dos fatos. A mãe da professora também foi ouvida pelos investigadores em depoimento. Sobre a contradição, o advogado do casal, André França, minimizou.

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“Se ela falou para a empregada ou se ela não falou, ela falou que não falou, e o Jairinho disse que falou, em nada disso isso muda a dinâmica dos fatos”, afirma. O casal afirma que Henry sofreu um acidente doméstico durante a madrugada enquanto dormia sozinho no quarto.