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Caso Henry: advogado se pronuncia e destaca detalhe importante que pode colocar o pai na mira da investigação

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A polícia civil investiga, no Rio de Janeiro, a morte do menino Henry Borel. Henry tinha apenas 4 anos e havia passado o fim de semana com o pai, quando foi devolvido para a casa da mãe na noite de domingo (07).

O menino estava, conforme alega o pai, saudável e sem queixas de lesão ou dores. Essa versão foi confirmada por imagens de câmeras de segurança, além do depoimento de Monique Medeiros, mãe do menino.

Monique afirma que deu banho no pequeno antes de colocá-lo para dormir e não observou hematomas, ou qualquer sinal que despertasse preocupação, bem como afirmou também que Henry não se queixou de dores.

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Leniel Borel, pai do menino, foi quem registrou o boletim de ocorrência pela morte da criança. Foi a partir disso que um exame de necropsia foi realizado pelo IML. O documento sugere que as lesões sofridas por Henry aconteceram entre 12h a 48 horas antes da morte.

Esse detalhe foi resgatado pelo advogado André França, contratado para defesa de Monique Medeiros e o vereador Dr. Jairo, seu namorado, que também estava no apartamento naquela madrugada de segunda (08).

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“O laudo aponta que há lesões no corpo que podem ter ocorrido entre 12 e 48 horas antes. 48 horas antes o Henry estava com o pai, não estava com a mãe”, afirmou o advogado.

A declaração foi dada em entrevista ao Balanço Geral. O casal afirma que Henry pode ter sofrido uma queda da cama.

Via: recordtv.r7.com

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