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Caso Henry: corpo do garoto pode ser exumado após reviravolta nas investigações

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A morte do pequeno Henry Borel Medeiros, de 4 anos de idade comoveu o Brasil. O garotinho deu entrada já sem vida, em um hospital localizado na Barra da Tijuca, localizado na zona oeste do Rio de Janeiro, no último dia 8 de março.

As causas da morte de Henry estão sendo investigadas, mas há muitos mistérios neste caso e como os depoimentos de Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida, mãe do garoto, e do vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior, mais conhecido como Dr. Jairinho, padrasto do menino, foram contraditórios, a possibilidade de o corpo da criança ser exumado é bem grande.

A exumação e um nova necropsia poderiam ser de grande ajuda para a Polícia Civil do Rio de Janeiro e ajudar a elucidar a morte de Henry que ainda é um quebra-cabeça para os investigadores onde muitas peças estão faltando.

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Leniel Boerel de Almeida Jr., pai de Henry estaria disposto a autorizar a exumação, conforme as informações de seu advogado, Leonardo Barreto.

O perito legista Nelson Massini, que analisou os dois laudos do Instituto Médico Legal (IML), do Rio de Janeiro, revelou que diante do que viu o mais provável é que Henry tenha levado vários golpes, como socos e pontapés, além de ter a possibilidade de ter sido atingida por instrumentos contundentes, como por exemplo, porretes, tábuas, ou mesmo ter sido jogado com brutalidade contra a parede ou no chão.

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Ainda segundo Nelson, a exumação do corpo de Henry é uma saída para desvendar um possível crime.