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Caso Henry: advogado de Leniel Borel afirma que menino não gostava do padrasto

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A polícia ainda deve ouvir mais testemunhas no caso da morte do menino Henry Borel. A criança, de apenas 4 anos, foi declarada morta no hospital depois de ser socorrida pela mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o vereador do Rio de Janeiro, Doutor Jairinho.

Os investigadores se esforçam para reconstituir as últimas horas de vida da criança, para solucionar o mistério do que aconteceu naquela madrugada. Monique afirma que acordou de madrugada e encontrou o menino já desacordado, com o corpo gelado.

O menino havia passado o dia com o pai e foi devolvido para a mãe bem, consciente e sem relatos de dor ou desconforto, uma versão sustentada tanto pelo pai, quanto pela mãe, que afirma ainda que deu banho em Henry e não notou nenhuma contusão ou hematoma.

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O pai do menino, Leniel Borel, ainda vai prestar depoimento a polícia. Através de informações repassadas por seus advogados, Leniel afirma que o filho relatava não gostar do padrasto. Não foram divulgados detalhes sobre esses relatos, que devem ser entregues apenas a polícia.

A polícia agora revisa imagens das últimas horas de Leniel com Henry. O menino foi a um parquinho antes de ser levado para a casa da mãe. Nos locais, aparentemente, a criança estava saudável.

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O padrasto de Henry é o vereador do Rio de Janeiro, Jairo Souza Santos Júnior, o “Dr. Jairinho” (Solidariedade). Ele também foi ouvido pela polícia em depoimento.