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Jornal Nacional chama a atenção em sua edição de sábado

Normalmente, a edição de sábado do Jornal Nacional não é apresentada por Renata Vasconcelos e por William Bonner. Porém, devido ao triste marco que o Brasil alcançou ontem, os dois apresentadores oficiais do telejornal estavam presentes na bancada e a edição chamou a atenção dos telespectadores.

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Não é de agora que, no início das edições, Bonner e Renata fazem comentários, o que é chamado de editorial, a respeito da situação do coronavírus. Ontem, porém, com a chegada a 100.000 óbitos pela doença, os apresentadores teceram críticas veementes ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Bonner recordou como o presidente chamou a pandemia de COVID-19 de gripezinha, associou-a a uma chuva que molharia a maioria da população e, chegando perto de 100.000 moradores, disse que as pessoas tocariam a vida.

Ao final do seu editorial, Bonner ainda ressaltou que a atitude de Bolsonaro dava a entender que não havia nada a ser feito, quando a situação seria diferente. No entanto, ficou clara a discordância do apresentador a respeito.

O momento em que Bonner fez uma retrospectiva das ações do presidente foi reproduzido por muitas pessoas nas redes sociais e, ao mesmo tempo, também gerou reclamações por parte dos apoiadores de Bolsonaro.

De acordo com esses apoiadores, a Rede Globo age com perseguição contra o presidente, fazendo questão de falar mal dele em todos os seus telejornais. Inclusive, o mal-estar entre o líder do Executivo já fez com que ocorresse até uma ameaça de que a concessão da emissora fosse retirada.

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O país e a COVID-19

Como já dito, o Brasil ultrapassou os 100 mil óbitos por coronavírus, com aumento de 905 entre ontem e hoje. São também mais de 3.000.000 de diagnósticos positivos da doença, com aumento de 49.970 desde ontem.

Atualmente, o país participa de testes de vacinas contra o coronavírus, sendo elas criadas pela Universidade de Oxford em colaboração com o laboratório Astrazeneca. Outra vacina que também está sendo testada por aqui é a Coronavac, que foi desenvolvida por um laboratório chinês chamado Sinovac.