Skip to content

8 fatos históricos que parecem mentira

1 – Filho e pai

PUBLICIDADE

John Scott Harrison é a única pessoa a ver tanto seu pai quanto seu filho se tornarem presidentes dos Estados Unidos.

2 – Festa de arromba

Em junho de 1520, o inglês Henrique VIII e o francês Francis I fizeram uma festa conjunta de 18 dias que custou 19 milhões de dólares pelos padrões de hoje.

Foi tão caro porque os dois líderes continuaram tentando superar o outro. Cada festa serviu 50 pratos diferentes dos melhores e mais raros alimentos da época, incluindo cisnes e golfinhos.

3 – Medo

PUBLICIDADE

  As pessoas tinham tanto medo de serem enterradas vivas nos séculos 18 e 19 que os inventores patentearam caixões de segurança.

Tais caixões dariam aos “mortos” a capacidade de alertar aqueles que estavam acima do solo se ainda estivessem vivos.

4 – Alexandre, o Grande

 Falando em ser enterrado vivo, o gênio militar Alexandre, o Grande, pode ter sido.

O registro histórico de sua morte está repleto de detalhes incomuns, incluindo que seu corpo não se decompôs nos seis dias seguintes à sua suposta morte (fato que muitos atribuem a sua divindade).

Hoje, os médicos acreditam que é possível que ele tenha ficado paralisado devido a um distúrbio neurológico chamado Síndrome de Guillain-Barré, e foi tido por morto em conseqüência disso.

5 – Seu porco!

Até o século XVIII, era prática comum levar animais a julgamento por crimes (de roubo a assassinato), e eles eram rotineiramente condenados à morte.

6 – Chaves da cidade

Saddam Hussein recebeu as chaves da cidade de Detroit em 1980.

7 – Macabro e barato

No século XIX, as dentaduras eram normalmente feitas usando dentes arrancados da boca de soldados mortos. Muitos vieram da Batalha de Waterloo, em 1815, onde cerca de 50.000 soldados morreram.

8 – Pauzinhos

Os pauzinhos usados no Japão para comer precedem o garfo em cerca de 4.500 anos.

Os primeiros garfos foram usados pela classe dominante no Oriente Médio e no Império Bizantino por volta de 1.000 d.C.

Eles foram desaprovados na Europa, no entanto, durante os próximos cem anos, porque se pensava que eles eram uma ferramenta do diabo.