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EUA fazem pressão para Brasil entrar no 5G sem a China

Com o leilão que é de frequência e que está com previsão para 2021, o Brasil virou uma peça central na guerra entre os Estados Unidos e a China, que esses últimos são duas potências da economia. Os EUA tem feito lobby para que a chinesa Huawei seja vetada nos leilões, sob o argumento de que há ameaças á soberania nacional.

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Mais detalhes sobre o plano do governo americano

O governo americano batizou esse plano de Clean Network, que a sua tradução é redes limpas, que deixará à chinesa Huawei fora das estruturas, que são de redes de tecnologia 5G. Ela enfatiza que, não estará completa sem a presença do Brasil. É o que diz o secretário de Crescimento Econômico Energia e Meio Ambiente do Departamento de estado americano, o Keith Krach.

Segundo ele, os EUA estão prontos para que seja garantida de qualquer forma uma tecnologia 5G aberta e que seja inovadora e de confiança no Brasil. Estão havendo conversas com o governo brasileiro e está indo muito bem o rumo dessa prosa, já que somos considerados o país mais poderoso da América Latina e também um grande amigo dos Estados Unidos.

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Como os Estados Unidos veem a Huawei

Por outro lado, a Huawei é vista como uma empresa em que a sua confiabilidade está sendo questionada pelos EUA, ela também é a maior fabricante de equipamentos que são de telecomunicações do mundo e o nome principal para a corrida que é pelo oferecimento da tecnologia 5G. O argumento de Washington é o de que essa empresa é um braço da vigilância do Partido Comunista Chinês.

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Isso é o que os chineses negam e para os americanos um caminho considerado como limpo, que diz respeito ao 5G, deve partir de fornecedores que sejam de confiança. A Huawei na visão dos americanos deve ser banida do oferecimento que é de equipamentos de transmissão, bem como de controle e também de armazenagem.

O Brasil deverá participar de um diálogo que é econômico trilateral com o Japão e os Estados Unidos em breve, para esse assunto ser discutido novamente, já que o Japão é um dos 30 países que são compostos pela Clean Networks.