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8 de 10 brasileiros podem receber algum benefício emergencial do governo

Recentemente, a Caixa Econômica Federal informou à população que, de cada 10 brasileiros maiores de idade, 8 estão qualificados para o recebimento de algum benefício do governo federal durante a pandemia de coronavírus.

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O exemplo mais conhecido é o auxílio emergencial, que pode variar de 600 reais a 1.200 reais. Mas você sabia que há pelo menos outros 2 benefícios que você pode receber? Veja se você se encaixa nos requisitos.

Benefício Emergencial (BEM)

 Entre os benefícios oferecidos pelo governo em caráter emergencial, temos o Benefício Emergencial (Bem).

O dinheiro tem como destinatário aqueles trabalhadores que tiveram redução em suas jornada de trabalho e em seus salários, dentro do programa destinado a conservar empregos.

O  valor do benefício varia de R$ 261,25 reais a R$ 1.813,03.

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Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) Emergencial

Há ainda a possibilidade de recebimento do dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em caráter excepcional, diante da emergência vivida pela pandemia mundial.

O valor pode ir até R$ 1.045,00.

De acordo com a Caixa, mais de 64 milhões de pessoas já foram beneficiadas pelo auxílio emergencial, ao passo que há projeção de que ao menos 60 milhões se beneficiem também pelo saque do FGTS.

Há um saldo de R$ 37 bilhões disponíveis para o pagamento aos trabalhadores.

Você sabia que é possível receber o valor do FGTS emergencial de forma totalmente digital?

Isto porque o repasse é feito na conta poupança social digital, a mesma usada para o pagamento do auxílio emergencial. Por meio da aplicativo Caixa Tem, é possível movimentar o dinheiro do FGTS sem a cobrança de quais taxas.

O uso da plataforma é bem fácil e intuitivo para novos usuários. Além disso, a Caixa assegura que o carregamento dos registros é rápido e o uso de dados móveis é otimizado, sem usar muito a internet do celular.

A liberação do dinheiro pela via digital tem por objetivo evitar aglomerações nas agências bancárias, de modo a restringir o avanço de infecções do novo coronavírus.