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Inocente? Manobra do advogado de Jairinho pode jogar investigação no ralo e favorecer o vereador

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Após a polícia ver indícios de crime na morte de Henry Borel, de 4 anos, que no último dia 8 março deu entrada sem vida em um hospital da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a defesa do vereador Jairo Souza Júnior (Solidariedade), e de Monique, mãe do garoto, tenta desqualificar toda a investigação que já foi realizada até o momento.

Os advogados do casal afirmam que Henrique Damasceno, delegado que está a frente das investigações, está perseguindo o parlamentar e por isso solicitam que o inquérito seja enviado para a Delegacia de Homicídios da Cidade.

Na petição os defensores afirmam que a polícia apreendeu celulares e computadores na residência do casal de maneira errônea, e pedem que todas as possíveis provas advindas destes aparelhos sejam desconsideradas futuramente. Ainda de acordo com a defesa até aparelhos eletrônicos da irmã de Jairinho.

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No documento também tem o relato da mãe de Monique que afirmou que o delegado foi extremamente parcial e que a todo momento tentou atrelar seu depoimento a hipóteses que poderiam prejudicar sua filha e o parlamentar.

Os advogados do casal que desde a morte do menino estão separados e moram com suas respectivas famílias, também querem desqualificar o depoimento da ex-namorada de Jairinho que relatou que o parlamentar agredia a ela e a filha. Os advogados liderados por André França Barreto também afirmam que a mulher persegue Jairinho por ter sido abandonada no altar após tatuar o nome do parlamentar no braço, algo que ele nega.

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A polícia segue investigando o caso, Jairinho e Monique são suspeitos de ter alguma participação direta na morte do garoto.