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Caso Henry Borel: polícia cumpre mandados de busca e apreensão e toma telefones e notebooks dos envolvidos

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Na madrugada da segunda-feira, dia 8 de março, o menino Henry Borel foi declarado morto no hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro. De lá para cá, muitas perguntas vem sendo feitas acerca do que teria acontecido.

Para responder tais perguntas, a polícia civil tem realizado uma investigação ampla. Ao longo das últimas semanas, a polícia focou em colher depoimentos de todos os envolvidos no caso, direta ou indiretamente.

A esta altura, está claro que o esforço da polícia é entender se o menino morreu devido a um acidente ou, se por outro lado, houve alguma prática criminosa contra a criança, que possa ter levado ao óbito.

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Nesta fase, os pais e o padrasto da criança são os principais alvos das investigações já que foram as últimas pessoas a estarem com o pequeno Henry ainda em vida. Henry foi devolvido à mãe, depois de passar o fim de semana com o pai, por volta das 19h de domingo. Já as 3h de segunda, o menino era levado às pressas ao hospital.

A polícia cumpriu, hoje pela manhã, mandados de busca e apreensão contra os envolvidos. Sendo os alvos:

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  • Casa da família de Monique Medeiros, mãe de Henry, em Bangu;
  • Casa do vereador Dr. Jairinho, padrasto de Henry, na Barra da Tijuca;
  • Residência do ex-deputado estadual Coronel Jairo, pai de Jairinho, em Bangu; local onde o Jairinho e Monique estavam;
  • Imóvel de Leniel Borel, pai de Henry, no Recreio.

Em nenhum momento, os investigadores oficializaram que algum dos envolvidos seja suspeito. As diligências estão em fase de tentar esclarecer o que aconteceu.